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Improvecast 19 - Entrevista com a equipe da Ancar na Série Experiências Ágeis (26/07/2007)
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Esse é o podcast mais divertido que já gravei: o Improvecast 19. Dessa vez entrevistei a equipe de desenvolvimento da Ancar (veja as fotos), que atua na gestão de shopping centers e é cliente dos serviços de mentoring da Improve It. A Ancar vem trabalhando com XP desde o início de 2005. Durante dois anos os esforços de desenvolvimento estiveram concentrados em Java e mais recentemente a equipe passou a utilizar também Ruby on Rails.

Dessa vez, além do podcast, você também pode ler o estudo de caso da Ancar e ver as inúmeras fotos da equipe da Ancar trabalhando com XP. São nada menos que doze álbuns de fotos da Ancar. Aproveite!
Esses foram os assuntos tratados no Improvecast 19:
- Quem é a Ancar e o que ela faz?
- Como vocês conheceram o XP?
- Que tipo de problemas vocês tinham antes de adotar o XP e o que os levou a querer adotá-lo?
- Que abordagem vocês utilizaram para adotar o XP e quando começou a adoção?
- Qual era a plataforma de desenvolvimento utilizada na época em que vocês começaram com o XP?
- O que motivou vocês a adotarem o Java?
- Que treinamentos vocês fizeram antes de iniciar o primeiro projeto XP e como eles foram conduzidos?
- Depois do período inicial de mentoring e treinamento, vocês deram início ao primeiro projeto XP na Ancar, o Ancar2Go. O que é o Ancar2Go e que benefícios de negócio eram esperados dele?

Tela do Ancar2Go com a planta de um dos shoppings administrados pela Ancar.
- Quantas pessoas havia na equipe do Ancar2Go?
- Quem atuava como cliente desse projeto?
- Qual o tamanho das iterações?
- Que práticas do XP mais se destacaram nesse projeto?
- Que tipo de transformações vocês notaram no relacionamento com o cliente a partir da adoção do XP?
- O que mudou no entrosamento e motivação da equipe?
- Um dos aspectos que mais me marcaram no desenvolvimento do Ancar2Go foi a troca de abordagem que ocorreu logo no início do projeto. Começamos pensando em desenvolver um sistema web. Entretanto, à medida que o projeto avançou umas duas semanas, começou a ficar claro que um sistema desktop seria mais adequado. Lembro-me até hoje de uma reunião de planejamento semanal na qual observei, pela expressão do do rosto do Rafal, que ele não estava à vontade com a maneira como o sistema estava sendo desenvolvido. Então, pedi a ele que expressasse sua opinião, o que ele fez muito bem, levando-nos ao caminho que se revelou corretíssimo: uma aplicação desktop. Vocês acreditam que a estrutura de trabalho do XP, com suas iterações curtas, foco em adaptar-se a mudanças, re-planejamento a cada início da iteração e envolvimento de todos no planejamento, contribuiu para identificarmos cedo que estávamos indo no caminho errado?
- No início de 2006, após diversas tentativas de contratar desenvolvedores aqui no Rio, vocês decidiram tentar algo novo: importar profissionais do Paraná, recém-graduados, que estivessem dispostos a mudar-se para um apartamento próximo à Ancar, no Rio de Janeiro. Nesse processo, vocês adotaram a programação em par como forma de avaliar os candidatos. Vocês poderiam falar um pouco mais sobre o que foi feito nesse sentido?
- Depois da contratação, como a programação em par contribuiu para o trabalho dos novos desenvolvedores?
- Um aspecto muito forte aí na Ancar é a questão do desenvolvimento orientado a testes. No último projeto que vocês fizeram em Java, a taxa de cobertura dos testes era extremamente elevada, bem próxima de 100%. Agora, com dois anos de uso permanente do XP, qual a visão que vocês têm sobre a criação de testes automatizados ao longo do desenvolvimento? Eles realmente fazem a diferença e contribuem para elevar a qualidade dos produtos gerados?
- Outro aspecto significativo aí na Ancar é o nível de automação dos builds. Explique um pouquinho como é conduzido o processo de integração contínua e qual é o papel do Bob Esponja nessa questão. :-)
- O entrosamento da equipe sempre foi uma preocupação de todos nós aí na Ancar. Uma das tradições que criamos aí foi o almoço semanal com boliche. Vocês poderiam falar um pouco mais sobre ele?
- Recentemente vocês se viram diante da necessidade de desenvolver o primeiro sistema web. Diante disso, foi preciso tomar uma decisão sobre a plataforma. Vocês estudaram várias soluções no mundo Java, mas acabaram optando por sair do Java e utilizar Ruby on Rails. O que os motivou a fazer essa migração?
- Vocês podem falar um pouco sobre esse novo projeto?
- Vocês acham que está valendo a pena trabalhar com o Rails?
- O que vocês mais têm gostado a respeito do Rails?
- Quais têm sido os maiores desafios e como eles vêm sendo tratados?
- Recentemente vocês, em conjunto com o Tapajós, aqui da Improve It, desenvolveram um plugin para o Rails. O que ele faz?
- Finalmente, quais são seus planos para o futuro em termos de desenvolvimento ágil e Ruby on Rails?
Além de escutar o podcast, veja as fotos. E lembre-se, quem quer aprender mais sobre desenvolvimento ágil deve ficar atento. Em breve lançaremos nossos primeiros treinamentos abertos ao público. Fique sabendo de todos os detalhes mais cedo e concorra a descontos. Basta cadastrar seu email para receber todos os detalhes. Cadastre-se.
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