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Qualidade

Extreme Programming gera valor rapidamente e evita desperdícios ao máximo. Software de má qualidade representa uma enorme perda, pois causa:

Equipes XP trabalham para criar software de alta qualidade. Não se trata de qualidade suficiente. O objetivo é altíssima qualidade para o software e nada menos que isso. Por que? Porque é mais satisfatório e econômico fazer software dessa forma.

Existe uma crença de que alta qualidade signifique gastos mais elevados. Não há dúvidas de que qualidade tenha preço, mas a falta dela tem um preço ainda maior. Empresas como a Toyota, compreendem isso e, não por acaso, ela é a montadora mais lucrativa do mundo. Seus carros são consistentemente considerados de altíssima qualidade. Desenvolver carros de alta qualidade, ao invés de comprometer lucros, os tornam ainda maiores. Em software é a mesma coisa. Alta qualidade significa menos custos, menos retrabalho, menos aborrecimentos e maiores lucros.

Lamentavelmente, qualidade talvez seja o item mais sacrificado nos projetos de software. Contratos de escopo fixo freqüentemente conduzem os projetos a situações nas quais as equipes se sentem impelidas a deixar a qualidade de lado, para cumprir o prazo. Considera-se, erroneamente, que desprezar a qualidade ajudará o projeto a avançar com mais rapidez.

Kent Beck, criador do XP, cita que "sacrificar a qualidade não é um meio eficaz de controle. Qualidade não é uma variável de controle. Projetos não andam mais rápido aceitando baixa qualidade. Eles não vão mais devagar porque exigem maior qualidade. Aumentar a qualidade normalmente resulta em entregas mais rápidas; enquanto reduzir os padrões de qualidade freqüentemente resulta em entregas mais tardias e menos previsibilidade."

Extreme Programming gera alta qualidade através de práticas, tais como:

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